Contação de história, com Rose Andrade, Quézia Juliana e Carlos Alberto | Categoria: Livre
Apresentação musical: E se a plateia pudesse virar uma banda? | Categoria: Livre
Alunos da Escola Municipal Nico Andrade e de escolas rurais do Carmo e de Ipoema lançam o livro de poemas do projeto "Palavras que Transformam". Cada criança recita o próprio poema no sarau.
Um advogado transplantado, uma mãe de uma criança com altas habilidades e uma mãe de uma criança com Síndrome de Down discorrem sobre direitos, desafios e equidade no mundo contemporâneo | Mediação: Luciana Mendonça
Apresentação teatral com o grupo Espaço Cultural LuarAzul | Categoria: A partir dos 4 anos
Alunos da Escola Municipal Nico Andrade e de escolas rurais do Carmo e de Ipoema lançam o livro de poemas do projeto "Palavras que Transformam". Cada criança recita o próprio poema no sarau.
Categoria: A partir dos 8 anos
Em um mundo em descompasso, acelerado, fluido, imediatista e superficial, como os saberes ancestrais nos conectam com o sagrado e com o que é essencial na vida: a simplicidade e as relações humanas significativas | Mediação: Camila Rocha
Poetas itabiranos independentes ocupam o Coreto para ler poemas de Drummond e dialogar com a própria produção, em uma intervenção que convida o público a participar.
O corpo como território de identidade, desejo, política e transformação — as histórias que contamos por meio do corpo e as que a sociedade insiste em escrever sobre ele | Mediação: Calila das Mercês
O amor como território de resistência e reconstrução; a partir de seu novo livro, Carla Akotirene fala de afeto, cuidado, ancestralidade e das possibilidades de amar entre pessoas negras numa sociedade atravessada pelo racismo | Mediação: Afonso Borges
O itabirano Selecta Cebola apresenta o projeto Casa de Jah, que parte do reggae para percorrer ritmos nacionais, latino-americanos e internacionais.
O amor, a família, os afetos e as pequenas experiências que constroem uma vida — a poesia como forma de perceber o extraordinário no cotidiano | Mediação: Sérgio Abranches
Contação de histórias com Rose Andrade, Quézia Juliana e Carlos Alberto | Categoria: Livre
Categoria: A partir dos 8 anos
A partir da obra de Drummond, a mesa propõe um diálogo entre poesia, música, rap, slam, performance, artes visuais, redes sociais e inteligência artificial | Mediação: Carol Peixoto
Apresentação musical | E se a plateia pudesse virar uma banda? | Categoria: Livre
Apresentação teatral com o grupo Espaço Cultural LuarAzul | Categoria: A partir de 4 anos
Em diálogo com a obra de Drummond e com o imaginário de Itabira, a mesa pretende refletir sobre os sentidos da recusa, do desencanto e da permanência do enigma em nossa experiência contemporânea | Mediação: Sandra Duarte
Outras formas de existir, amar e viver em comunidade — ancestralidade indígena, diversidade e relações humanas | Mediação: Ale Santos
Poetas itabiranos independentes ocupam o Coreto para ler poemas de Drummond e dialogar com a própria produção, em uma intervenção que convida o público a participar.
A literatura como instrumento para nomear, inventar e compreender o mundo — poesia, ficção e ensaio no encontro de dois autores de territórios criativos diferentes | Mediação: Marcelino Freire
O corpo que também escreve, guarda memória e produz conhecimento — palavra, voz, performance, ancestralidade e oralidade | Mediação: Natália Alves
O músico e professor Alex Brooks se apresenta em trio, com guitarra, baixo e bateria, em um repertório de blues, jazz e bossa nova.
Drummond lido pelo corpo — a Libras como linguagem coreográfica, não tradução paralela, mas ponto de partida da criação | Grupo de Dança Primeiro Ato
Conceição Evaristo coordena a homenagem às duas patronas — o legado de Dona Rosinha e Dona Tita e a história das mulheres negras do Quilombo Morro Santo Antônio | Mediação: Sérgio Abranches
Cerimônia de entrega do prêmio de Redação e Desenho do Flitabira, celebrando os 75 anos de Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade
As dores e vulnerabilidades que atravessam a infância e a adolescência contemporâneas. A literatura como espaço para falar de violência, solidão, pertencimento e das possibilidades de reconstrução | Mediação: Marcelino Freire
Poetas itabiranos independentes ocupam o Coreto para ler poemas de Drummond e dialogar com a própria produção, em uma intervenção que convida o público a participar.
Um olhar sobre diferenças, deficiências e as muitas formas de experimentar o mundo. A literatura como caminho para questionar padrões e reconhecer outras habilidades, sensibilidades e maneiras de existir Mediação: Carlos Vinícius
Afrofuturismo, ancestralidade e representatividade — literatura negra, ficção especulativa e a construção de futuros | Mediação: Goka Maciel
Laboratório de escrita criativa
Do afrofuturismo de A Malta Indomável à distopia climática de A Franja do Fim do Mundo — tecnologia, desigualdade, poder, segregação, resistência e sobrevivência | Mediação: Marcelino Freire
Poetas itabiranos independentes ocupam o Coreto para ler poemas de Drummond e dialogar com a própria produção, em uma intervenção que convida o público a participar.
A Amazônia contada a partir de dentro — literatura, território e identidade | Mediação: Geni Núñez
DJ, beatboxer e produtor mineiro com trajetória no hip hop, Capone apresenta um set instrumental que explora a brasilidade e a ancestralidade na música.
Imprevistos e desvios na história da política brasileira — estruturas de poder, acasos, personagens improváveis e os caminhos nem sempre lineares que ajudaram a desenhar o Brasil | Mediação: Calila das Mercês
Três trajetórias decisivas da cultura negra brasileira discutem literatura, edição, memória e transformação social | Mediação: Afonso Borges
Show instrumental em trio, com marimba, baixo e percussão. O repertório reúne composições autorais e releituras de compositores mineiros, em diálogo com as matrizes afro-brasileiras.
Nos 124 anos de nascimento de Drummond e 75 anos de Claro Enigma, poesia e música se encontram em torno de "A Máquina do Mundo" | Mediação: Sérgio Abranches
"A Música da Minha Vida – Volume 1" é o livro em que Paula Pimenta acompanha Juju, sobrinha de Fani, de "Fazendo Meu Filme": aos 14 anos, entre amizades, conflitos familiares e descobertas afetivas, a música acompanha cada momento da história | Categoria: Livre
Morador de João Monlevade (MG), DJ Rafiki leva a música preta ao Coreto em um set de soul, rap, R&B, samba, reggae e dancehall.